Saturday, March 10, 2007

From my heart...


“Há uma imensidão de coisas belas que eu poderia te dizer, mas ouso dizer-te apenas que estou sentindo saudades de ti”.

Conto dos meus dias

Esta semana, pude dizer à pessoa que me presenteou com o livro Contos completos do irlandês Oscar Wilde que foi este presente o segundo melhor que ganhei nos últimos tempos. Contos completos... Mal sabia que eu, de fato, amo os contos. E dos contos completos, veio a felicidade completa trazida pela leitura de algo agradável. Posso afirmar que o que estou lendo é agradável e muito prazeroso também.
Acho que estou na companhia do livro certo para o meu momento, afinal, tenho vivido dias cativantes. Repletos de problemas, decisões, questões pendentes, mas apesar de tudo isso, dias de paixão e felicidade. E chega a ser um pouco curioso como de repente alguma coisa acontece e faz mudar a forma como você sente o mundo, como você se sente em relação ao mundo e até mesmo a forma como você sente a si mesmo. Acaso? Não acredito na existência do acaso. A palavra é até bonitinha, mas, para mim, na vida tudo tem sua razão de ser e vários outros fatos aconteceram para que algo acontecesse em sua vida. E tudo, tudo mesmo, traz consigo um propósito. E para enxergar o propósito, devemos considerar as oportunidades de tentar e de se permitir.
Por outro lado, não tenho o direito de negar que a dúvida e a insegurança sempre vão nos acompanhar, mas para elas, mostrarei a paixão e o amor, dois sentimentos que gosto de sentir. Sentir pelo sol da manhã, pela lua, pelo mar, pelas outras pessoas e, acima de tudo, a paixão que sinto agora. Entrego tudo ao tempo, pois estou feliz assim. Deixo por conta do amor, pois segundo Oscar Wilde: “Love is wiser than Philosophy , though she is wise, and mightier than Power, though he is mighty”.

Paciência

Quem nunca ouviu deveria ouvir. Embora eu não conheça profundamente a sua obra, devo admitir que a música de Lenine é espetacular, desde as letras até interpretação ímpar dada pelo cantor. Fica registrada a minha favorita:

Paciência

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão raraEnquanto todo mundo espera a cura do mal

E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz

A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder

E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma

Eu sei, a vida não pára (a vida não pára não)
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára (a vida não pára não... a vida não pára)

Sunday, March 04, 2007

I miss you!!!

Saturday, March 03, 2007

Um sentir

Quando sua pele sentir-se tocada pela minha
Quando seus olhos enxergarem os meus
Quando seu desejo encontrar o meu
Quando nossos corpos se tornarem um só

Eu sempre estarei
Tu sempre estarás
Nós estaremos sempre um para o outro
E de algum ou de todos os modos seremos sempre

Um do outro!

José Moacir Júnior
Março/2007.

Outono

"Lá fora tudo parecendo um outono inesperado. As folhas, os vestígios do frio... As nuvens também, quando carregam suas gotas. Gotas que não são de orvalho, mas que vão se transformar na chuva, que cairá fria.
E o outono vai pedir seu espaço, cobrar seu tempo. Estaremos todos aqui, num vai-e-vem de folhas secas. Estaremos todos aqui com o outono verdadeiro. E também estaremos para sempre com o outono de nossos corações".

Thursday, March 01, 2007

Vida minha de cada paradoxo

Depois de muito tempo sem escrever nada aqui, eu senti a necessidade de dialogar comigo mesmo sobre meus paradoxos, sobre os mistérios e as surpresas da existência. Talvez esse desejo tenha sido despertado pelas infinitas modificações que meu eu vem sofrendo. Mudanças nas quais acredito e pelas quais brigo. Mudanças repletas de significado, fortes e plenas.
Também a vida anda me revelando surpresas. Algo inusitado acontece e desmancha fatos passados. Algo passado se desmancha para o inusitado acontecer. A vida chega em círculos e eu tento acompanhar. Por mais difícil que seja eu tento receber o que ela traz e buscar respostas das infinitas dúvidas que só se renovam a cada dia. A vida em círculo, girando sem parar. Parece uma roda-gigante. Certas vezes eu sinto tonturas e muito medo de cair. Mas estaria a vida valendo a pena se eu não sentisse as tonturas?
Amo o significado do substantivo abstrato sinceridade. Busco-o com unhas e dentes. Busco respostas completas e não meias-palavras. Quem gosta de verdade não oferece meias-palavras. Embora seja impossível afirmar que há sinceridade em todas as coisas, eu dou importância ao que está completo, pois o completo tem mais chances de ser o sincero. Posso estar errado? Posso. O ser humano é passível de erros.
Além da sinceridade, também respeito o que meu coração sente. Ah, coração traiçoeiro! Algumas vezes decide sentir o que é mais complexo e incerto; outras, sente o que é mais misturado, deixando para o tempo a difícil tarefa de mostrar a verdade e desvendar os segredos. Talvez seja nesse momento em que a razão deva entrar em ação para segurar a lógica das coisas. Isso é complexo. Alguém me disse que as coisas são complexas.
Por fim, deixo as complexidades de lado e digo que estou em paz com meu eu. E estou forte e seguro, mesmo que tudo queira me deixar fraco e inseguro. E não acredito em acaso, pois tudo tem um propósito ao qual só os dias podem dar uma definição.
“ I have already heard a lot. I have already seen a lot. But now, it is my turn and I do not care about what people say because they all can be wrong. Right... My heart, my feelings must be right. And I must follow, carefully, all the words that are whispered by my heart..."

Sunday, February 04, 2007

O tempo nosso de cada dia

A verdade é que o tempo está correndo. Os dias estão passando muito rápido e sabe-se lá o que anda ficando para trás durante esse furacão chamado tempo. Ontem era o primeiro dia do ano. Eu ainda lembro. Lembro de tudo o que fiz no dia primeiro de janeiro. E hoje? Madrugada do dia 4 de fevereiro. Tudo está acontecendo. Tudo sempre acontece. Mas a velocidade com a qual as coisas acontecem me deixa assustado. Será que vai dar tempo fazer tudo o que tenho que fazer? E meus sonhos? Terei eu tempo suficiente para realizá-los?
E o tempo passa. Passa rápido! De toda essa rapidez, surge a intensa necessidade de aproveitar tudo. Tirar o sumo de tudo o que acontecer em sua vida. Ir fundo, aprender, crescer, evoluir como ser humano. Acredito que hoje em dia, a velocidade não nos deixa baixar a cabeça, não nos deixa ficar escondidos atrás de máscaras que estão longe de expressar nossos reais desejos. E é por tudo isso que estou erguendo minha cabeça e arrancando as máscaras. Isso me tornará melhor ou pior? Não sei responder. No fundo, nem quero saber. Quero viver intensamente todos os rápidos dias de minha vida. Beleza, juventude: tudo isso acaba. O que fica mesmo são as lembranças.
E só para encerrar, lembrei-me que muitas pessoas ao meu redor estão apaixonadas. Lembrei-me também que eu preciso me apaixonar de novo, e, essa paixão precisa ser verdadeira e recíproca.

“Os dias passam e ninguém quer estar sozinho”.

Tuesday, January 23, 2007

Diário de Viagem

Era noite da terça-feira, 16 de janeiro, e eu estava chegando a Natal. Chegava muito entusiasmado, pois ainda não conhecia a cidade direito, apenas algumas de suas praias. Durante minha primeira noite na cidade o céu deixou cair alguns pingos de chuva. Na manhã seguinte, porém, já não havia mais chuva e pude começar a dar meus primeiros passos na capital potiguar. Acompanhado por meu amigo Marcelo, fui ao Praia Shopping, em Ponta Negra, nas imediações da casa dele (onde fiquei hospedado). À noite, saímos novamente para dar um giro na cidade aproveitando o bom trânsito do horário. Terminamos o passeio numa lanchonete muito legal no bairro de Lagoa Nova, a Pittsburg.
Manhã de quinta-feira, sol forte e muita disposição, ou seja, ótima receita para ir à praia. A praia de Ponta Negra foi o nosso destino. E preciso dizer: “que praia!”. Tudo muito organizado e um cenário composto por pessoas bonitas, muitos turistas e, principalmente, por um mar belíssimo. Um dia maravilhoso que foi encerrado com mais uma volta pela cidade com direito a visitas a pontos estratégicos.
Na sexta-feira, fui à praia sozinho enquanto Marcelo resolvia alguns problemas e, mesmo não gostando da idéia de ficar sozinho na praia, me diverti bastante. Durante minha caminhada pela areia pude apreciar a vista extremamente maravilhosa. Também conheci um grupo de italianos que estava curtindo as férias no local. E entre boas conversas, muita caminhada e uma pausa para a água de coco, a tarde foi se despedindo. A noite que chegou, a primeira do fim de semana, prometia. Com muito entusiasmo e expectativa, fui conferir o que há de bom na noite potiguar. E há, de fato, muita coisa boa! Várias opções na intenção de agradar a todos os públicos. Não preciso nem falar que a noite foi maravilhosa e que só terminou quando o sol pôs seus primeiros raios no céu.
O dia seguinte veio preguiçoso, afinal, a noite anterior tinha durado. Mas a viagem não podia parar e um bom passeio vespertino na praia do Meio foi o que Marcelo e eu escolhemos. Não demoramos muito por lá. Voltamos para casa e aproveitamos um pouco o ato de não fazer nada, o que nos distraiu bastante. Resultado: já eram quase duas da manhã quando saímos. Mas isso não foi problema, a noite de sábado também foi muito agradável e estávamos em casa quando o dia amanheceu.
Após duas noitadas seguidas, nós estávamos realmente exaustos. A solução foi utilizar a manhã de domingo para repousar e recarregar as nossas forças. À tarde, fomos mais uma vez à praia de Ponta Negra e, à noite, mais uma vez à farra. Mas antes da farra, uma passadinha em uma lanchonete para matar a fome.
A noite de domingo terminou cedo em relação às de sexta-feira e sábado: três da manhã. Terminou com a noite de domingo também a minha viagem a Natal. Já sentindo imensa saudade dos dias de férias e muita diversão, entrei no ônibus, guardei as recordações, fechei o diário e voltei para João Pessoa, muito animado e pronto para encarar o ano que semana que vem começa para valer.

Sunday, January 21, 2007

Como suspiros

É interessante como a vida nos surpreende e nos dá coisas vindas dos lugares mais inesperados. É um pouco estranho até, quando você não consegue controlar e começa a sentir. Quando você quer ficar, mas sente que é preciso ir. Quando você lamenta a falta e sente dor ao viver caminhos que estão descruzados. E é difícil entender a origem de todas essas coisas. É difícil entender a vida. É difícil saber quando um instante termina para outro começar.

José Moacir Júnior

Saturday, January 20, 2007

Um buraco comum

Acredito que o sentido da palavra decepção seja comum em todas as línguas, afinal, não importa se você é brasileiro, irlandês, russo ou japonês; certamente você já sofreu várias delas e está ciente de que muitas ainda virão, infelizmente.
Pois é. Acreditar em alguém é um ato muito perigoso que pode te levar à felicidade (quando esse alguém se comporta da maneira ideal para sua confiança), ou à pior das dores, das angústias (quando esse alguém põe no chão toda confiança por você depositada). E, independente do tipo de relação que você tem com alguém, a decepção vai ser sempre a decepção, vai sempre lhe fazer mal e lhe machucar profundamente. Amigos, amantes, namorado (a), marido/mulher, familiares... A decepção é a mesma. Pode até ser que doa de formas diferentes, uma vez que nenhuma dor é igual a outra e também individual, ou seja, só conhece sua dor quem de fato a sente.
Já vivi decepções de todos os tipos. Mentiras, traições, omissões. Já chorei muitas lágrimas por todas elas. Muitas mesmo. Tanto que não há mais água na fonte geradora da lágrima. Está tudo seco. E acho difícil que as flores continuem a brotar nesse solo seco no qual meu coração vem se transformando.
Nem queria puxar o assunto para a primeira pessoa, mas foi inevitável. Minha real intenção era expressar minha visão sobre decepção.

De Mais Ninguém
Composição: Marisa Monte/ Arnaldo Antunes
Se ela me deixou, a dor,

É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem

É meu troféu, é o que restou
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia.
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.

Se ela me deixou, a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem

É o meu lençol, é o cobertor
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia.
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.

Thursday, January 18, 2007

Sem ponto final

Hoje já é o 18º dia do ano de 2007. Aqui estamos, aqui estou eu, aqui está a vida. Nem sempre quieta, graças a Deus. Não tenho do que reclamar desses primeiros dias do ano. Até mesmo os aborrecimentos estão sob controle e, considerando que estou viajando, posso dizer que estou vivendo meu momento de fuga da realidade. Estou fugindo dos horários, das preocupações (embora algumas sejam inevitáveis) e, principalmente, da impiedosa idéia de um dia após o outro.
Até agora, todos os dias tiveram o seu algo especial. Tudo que fiz, fiz por desejo próprio. Algumas coisas já estão guardadas e eu, certamente, irei lembrar delas lá no 365º dia do ano. Já atingi alguns de meus anseios para esse ano e caminho firme, na crença de que os outros hão de estar em alguma curva desses dias que se aproximam com a leveza de uma brisa e com a dureza de uma rocha. E, prometo a mim mesmo que optarei pela leveza e não deixarei a minha rocha íntima petrificar-se.
E não quero mais saber daquele amor perdido, vazio e sem solução. Não tenho mais tantos medos e indecisões, portanto, digo adeus a esse amor que teme e se esconde por traz de máscaras. Quero o amor que vier. Quero a pessoa certa, porém, se a certa não vier, vou me diverti com as erradas. Como minha amiga Thatyana costuma dizer: “eu não sou Sandy!”.

Friday, January 12, 2007

Absorto pelo Universo Particular

São inúmeras as palavras com as quais eu poderia definir o show de hoje, mas vou ficar com apenas uma: INESQUECÍVEL!
Após anos de espera, fui assistir a um show da Marisa Monte, que passou por aqui com sua turnê Universo Particular. Posso garantir que vivi momentos de muita emoção. Do início do show, ao ouvir a música Infinito Particular, ao fim, com a música Amor I love you. Sem esquecer é claro de todas as músicas, clássicas, do projeto Tribalistas ou dos novos álbuns, cantadas ao longo das quase duas horas de apresentação.
Sobre a inclusão de músicas dos Tribalistas no repertório só posso dizer que foi magnífico, pois, infelizmente, Arnaldo, Carlinhos e Marisa não puseram os pés na estrada durante a divulgação do trabalho.
Tornando mais íntimas as impressões, eu posso afirmar que as músicas: Dança da Solidão, Beija Eu, Até Parece e Já sei Namorar foram as que mais me emocionaram. Arrepiei-me por completo e meu coração bateu mais forte. E fiquei também maravilhado com o número de pessoas que compareceram. Também, usando um pouco das palavras da estrela da noite, com a comunhão de tantas pessoas diferentes. E que comunhão!
Acho que só ficou faltando Bem que se quis e a nova O Bonde do Dom, mas fica para a próxima.

Até
Parece
(Marisa Monte, Dadi, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown)

Até parece
Que não lembra que não sabe
O que passou
Não faz assim
Não faz de conta que não pensa
Em outra chance para nós dois
Olha pra mim
Não me torture, não simule
Não me cure de você
Deixa o amanhã dizer
Deixa o amanhã dizer


Sunday, January 07, 2007

Para não precisar descrever

Amo música e, devido a esse amor, busco uma canção para traduzir em forma de melodia cada sentimento do meu coração. Antes de ontem, ontem, hoje, amanhã, sabe Deus até quando, sinto algo que é insatisfeito, vazio. É desesperador até... A idéia de que talvez isso nunca se resolva e vá comigo até o túmulo. A incerteza de não saber o que se passa naquela mente loira. A dúvida!!!
Como disse, amo música e não estou nem aí para gêneros, assim, não pensem que quero assumir uma personalidade feminina ao dizer as seguintes palavras:

Nua
Ana Carolina

Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa

Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem

Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim

Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer

Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais

Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim


Será que você um dia vai reparar em mim? Será que você já reparou?

Monday, January 01, 2007

10 anseios para o ano novo.


1. Show de Marisa Monte, no dia 11 de janeiro. Nossa, foram anos de espera e mal posso controlar minha ansiedade. Só faltam dez dias. Que venha o Universo ao meu redor e o Infinito particular.
2. Um emprego de verdade, seguro, no qual eu possa m realizar.
3. Continuar lutando para ser feliz.
4. Ter mais força e disposição para vencer os obstáculos.
5. Viver um amor real, sem idealizações. Nada de amores platônicos. Não os agüento mais.
6. Saúde e paz, para mim e para todos que amo.
7. Sexo, hehehe!
8. Baladas e diversão.
9. Quietude e descanso.
10. SUCESSO.

2007

Mais um ano está a começar. São mais 365 dias que estão vindo para marcar a vida de todos nós.
Sem dúvida alguma, esse dia poderia ser o mais indicado para fazer milhões de promessas, planos... Poderia prometer mudanças a mim mesmo e a todo infinito que m rodeia. Mas até que ponto seriam válidas tantas palavras? Assim, prefiro deixar que venham esses 365 dias, que sejam agradáveis e plenos: é tudo o que espero. Que deles surja um ‘true love’!
Para mim, para você, para cada flor que brote nos jardins dessa vida deveras louca, para o universo:

FELIZ ANO NOVO!
HAPPY NEW YEAR!

Saturday, December 23, 2006

Merry Christmas!!!

Chega a ser estranho, mas eu, alguém que sempre amou e esperou tanto pelo Natal, não estou conseguindo sentir o espírito natalino em meu peito. Não sei se é porque esses últimos dias foram muito corridos. Não sei se é porque não estou me sentindo muito bem em relação ao mundo. Realmente não sei. O que sei é que não há motivo suficiente para que eu aguarde ansioso pela chegada de Papai Noel. Talvez, pelo menos este ano, eu tenha até deixado de acreditar que Papai Noel existe.
Apesar de tudo isso, quero desejar um ótimo Natal para todos os meus amigos, para a minha família e também para as pessoas que de uma forma ou de outra estão se fazendo presentes na minha vida.

Mary Cristo
(Tribalistas)

Já nasceu o Deus menino
E as vaquinhas vão mugindo
Blim blom, blim blom
Blim blom nylon

Mary, Mary, Mary Cristo
Cristo,Cristo, Mary, Mary
Esta noite olham por nós
Anjos cantam de lá do céu

Carneirinho me dá lã, mé
Passarinhos de manhã, né
Cantam
Tudo tão bom

Papai Noel
Momo do céu.

Saturday, December 16, 2006

Para Andressa

Neste domingo, dia 17, uma pessoa bastante especial está completando dezenove anos de existência. E o que eu queria dizer é grande demais para caber em palavras. Tudo que eu queria fazer é muito para caber em atos. Resta-me, então, registrar aqui que eu a amo muito, do fundo do meu coração, e que eu desejo que ela seja muito feliz.
Feliz Aniversário, minha amável, bela e doce amiga.

Kiss me

Ouvi muito essa música durante a semana que está terminando. Portanto...

Kiss Me
- Sixpence None The Richer -

Kiss me out of the bearded barley
Nightly, beside the green, green grass
Swing, swing,(swing, swing) swing the spinning step
You wear those shoes and I will wear that dress

Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift up your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me

Kiss me (kiss me) down by the broken tree house
Swing me (swing me) upon it's hanging tire
Bring, bring,(bring, bring) bring your flowered hat
We'll take the trail marked on your father's map

Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me

Kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me

So kiss me...

Na dança da solidão

Férias! Finalmente! Apenas algumas aulas para dar; depois, só repouso. Isso é bom, mas eu preciso confessar: “my loneliness is killing me”.
Tenho a prova da minha íntima desordem toda vez que saio sozinho, principalmnet quando vou ao cinema sozinho. É duro não ter com quem comentar o filme quando este acaba. É duro não ter aquela companhia que vai se sentar com você numa mesa para um jantar, um lanche, para o que quer que seja. A solidão acaba destruindo o bom do passeio. É lógico que, às vezes eu curto muito sair sozinho, mas isso é para quando eu não estou sozinho.
E a boca? Seca, ansiosa por um beijo. E as mãos? Geladas a esperar outras mãos para com elas se entrelaçar. E o corpo? Trêmulo, desejando unir-se a outro. E a alma? Fria, apenas. E o coração? Haha!, eu queria saber explicar.
Tem alguém aí? Alguém, por favor, me escute?
“Se há alguém no ar, responda se eu chamar”.
Estou cheio de ter que lidar com esses meus momentos de solidão (que de fato são constantes). Não sei estar sozinho, não sei lidar com isso e foda-se quem achar que eu estou errado, quem achar que eu condiciono estar bem a estar com alguém.