
O filme de 2007, dirigido por Richard LaGravenese e estrelado por Hilary Swank e Gerard Butler conta uma história de amor que poucos acreditam que possa acontecer na vida real. Um homem apaixonado faz do seu último ato de amor o mais inesquecível e especial de todos. Uma mulher cujo coração está em pedaços devido à morte de seu jovem marido recebe a maior prova de amor que ele poderia lhe dar.
O filme mostra, em palavras semelhantes às que foram utilizadas pela protagonista, que a vida é a coisa mais interminavelmente curta. É interminável pela dor que sentimos e é curta porque precisamos dizer adeus a quem mais amamos na vida.
Lágrimas escorrem pelo rosto de quem assiste ao filme para acompanhar as lágrimas de uma mulher de trinta anos que, provavelmente, vê-se diante da morte pela primeira vez. A morte como negação da vida. A morte como uma faca que corta a vida arrancando o que mais nos traz vida: o amor. As lágrimas realmente escorrem por causa de cartas que foram escritas para serem o mais nobre ato de amor. As linhas deixadas por um marido apaixonado, cuja vida fora interrompida por um tumor no cérebro, são para fazer com que uma jovem viúva supere a dor de perder seu amor para a mais invisível e temida adversária: a Sra. Morte. Mas são também para nos fazer esperar o carteiro com a esperança de que cartas de amor também sejam enviadas ao endereço de nosso coração. Eu já me sinto satisfeito com e-mails especialmente escritos a mim...
E como num piscar de olhos, quando você acha que o conteúdo das cartas acabou: "PS: I love you!". É aí que está o trecho mais importante de cada carta. Vem daí aquela vontade de abraçar quem você gosta e fazer com que as palavras deixadas para o post scriptum se tornem o trecho do qual não devemos esquecer jamais.
E eu quase esqueço...
Ps: I miss you!




